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22.6 hrs on record
Guardians of the Galaxy não é um jogo que vai reinventar a roda. É um jogo sobre os personagens e foca em construí-los por meio de diálogos interessantes com objetivo de ao final da aventura você torcer por eles e esperar ansiosamente para a próxima vez que possa revê-los.
O combate do jogo é divertido requisitando que o jogador use as diferentes combinações de habilidades de Peter Quill e seus companheiros para derrotarem os inimigos. Existem alguns "puzzles" bem simples de usos de habilidades dos Guardiões mas nada muito digno de nota.
O que faz o jogo brilhar são os diálogos e a construção da relação desses personagens.

(O jogo não tem nada relacionado ao filme ou aos quadrinhos além das personalidades dos personagens, encare como uma história paralela)
Posted 7 February, 2022.
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1.7 hrs on record
Before your eyes possui uma história com uma carga emocional muito forte. Toda essa carga só é possível pelo ótimo uso da sua mecânica principal que gira em torno do uso de uma câmera e a detecção de piscadas.
Basicamente ao piscar cenas são avançadas e a história se desenrola, às vezes você vai ter toda informação, às vezes uma cena será somente uma lembrança pela metade.
A capacidade de Before Your Eyes de fazer o jogador sentir empatia pelo protagonista é algo muito poderoso.
Recomendo imensamente.
Posted 9 January, 2022.
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15.8 hrs on record
Inscryption é um jogo que quanto menos você souber melhor.
Dito isso, é um ótimo jogo de deckbuilding que te força a constantemente ter que se adaptar a novas regras e novas mecânicas. Isso combinado com uma história no mínimo interessante como pano de fundo do jogo de cartas Inscryption.
Posted 31 December, 2021.
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5.2 hrs on record
Jogo de puzzle que tem um quê de puyo puyo usando mecânicas e personagens de Shovel Knight de uma maneira bem criativa. Rapidamente viciante e com variações muito boas de inimigos/personagens. Trilha sonora bem legal. Ótimo para quem procura um roguelite de runs mais voltado para o estilo puzzle.
Posted 25 December, 2021.
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24.4 hrs on record (13.9 hrs at review time)
Very good recreation of Big Fausto's Olympics
Posted 18 August, 2020.
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5.7 hrs on record
Rápido e barato, tal qual o sonic. As fases principais são boas, a trilha é impecável, e os challenges são meio sacais.
Sonic correndo é bom, mas pular é melhor deixar pro mario mesmo.
Posted 11 July, 2020.
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4.8 hrs on record
O jogo emula os Castlevanias de NES e Super Nintendo. A dinâmica de um mapa interligada é trocada por fases temáticas, aspecto esse que foi até retomado por jogos modernos da série como Order of Ecclesia (DS).
Recomendado para quem busca um jogo metroidvania rápido, e mais simplório com algumas mecânicas legais como a de trocar personagens dinamicamente durante as lutas.
Posted 4 July, 2020.
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3.3 hrs on record
Rápido. Grátis. Waifus Demônio. A última fase doeu o dedo para passar.
Posted 30 June, 2020.
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61.8 hrs on record (61.6 hrs at review time)
90% de chance de acerto. Alien com 1 de vida. Você erra. Alien atira. Crítico. Seu soldado favorito morreu.

XCOM é isso, um jogo de estratégia em que você tenta ao máximo aumentar a chance de não dar merda mas no final o jogo dá um jeito de dar. Mas no processo você bem que se diverte.
Posted 29 June, 2020.
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49.4 hrs on record
Conheci a série Witcher cerca de 5 anos atrás. Na época fui fisgado tanto pelo segundo jogo da série quanto pelo anúncio do jogo que seria o último da trilogia. Acabei por começar pelo obtuso rpg original que apesar de ter passado por algumas melhorias ainda era sofrível em vários momentos devido a uma série de limitações como orçamento e a estranha escolha de uma engine não tão própria para o estilo de jogo que a CD Projekt queria criar. Porém nada disso impediu de apreciar o que aquele jogo tinha de melhor: narrativa.

Thronebreaker deriva de uma popularidade, talvez inesperada, do modo de cartas Gwent dentro do terceiro jogo da série, que aliado com a explosão de cardgames digitais liderada por Hearthstone fez com que fosse desenvolvida uma versão multiplayer separada e com diversas mudanças do modo que originou Gwent. Mas parecia um pouco desperdício a desenvolvedora, agora estabelecida como uma ótima contadora de histórias, não se utilizar de seu maior trunfo em um jogo seu, certo?

Para contornar isso foi anunciado que o jogo, que nesta altura estava em sua fase beta, receberia expansões single-player que contariam outras histórias do mundo de Witcher sem o foco em Geralt necessariamente. Comecei a jogar o Gwent em sua versão avulsa exatamente por este motivo.

Gwent como se apresenta hoje em dia é composto por duas fileiras (melee e ranged) em que é possível colocar no máximo 9 cartas em cada. São normalmente 3 rounds em que você e o seu oponente se revezam jogando cartas com diversos efeitos para somar mais pontos e vencer o round. No jogo ainda existem batalhas que são essenciamente puzzles que possuem as próprias regras (inclusive em dado momento você joga literalmente com as regras de Hearthstone, uma homenagem que me tirou um sorriso quando percebi). Existem várias nuances que tornam o Gwent interessante e diferente da maioria dos cardgames por aí mas acho que não vale a pena se focar muito nelas.

De forma alguma o jogo é ruim em seu componente principal de gameplay mas a infindável metamorfose que foi Gwent em suas fases beta (o jogo sofreu várias mudanças drásticas de balanceamento e até de mecânicas base) cobrou seu preço. Thronebreaker acaba sendo um jogo que na maioria das vezes é bem fácil vencer os oponentes ou quebrar o jogo com combos que são bem desbalanceados. Mas se assim como o Witcher original também tinha seus percalços em design, Thronebreaker possui uma história incrível.

A jornada da rainha Meve contra o império de Nifgaard é uma história que pode-se dizer que é como uma lenda que já sabemos como termina, pois é referenciada algumas vezes em jogos e tem passagens nos livros, mas como a jornada não deixa de ser incrível.

Está tudo lá: mundo cinza, a eterna luta de classes das raças não-humanas com os humanos, os reis gananciosos e claro os witchers, mas dessa vez como meros coadjuvantes em raros momentos. Thronebreaker entrega o que para mim é o tema central de Witcher: escolher o mal menor.

O excesso de pequenos eventos é algo que poderia ficar um pouco enfadonho, mas a expectativa de uma pequena reviravolta dentro daquilo que é o esperado, como por exemplo uma pequena vila que lhe oferece abrigo sob juramento de não interferir em seus costumes se apresenta como um lugar em que as pessoas na verdade vivem uma pequena ditadura e o jogo te pergunta sobre ter recursos ou salvar aquelas pessoas e quebrar um juramento. O interessante é que assim como em vários momentos dos jogos da série principal, fazer o mal menor geralmente vem com uma punição e nenhum recurso extra, diferente de outros caminhos.

Os personagens se juntam e se separam do seu deck (cada um deles possui uma carta que só é disponível quando estão em seu grupo), e muitas vezes levantam a questão se vale a pena ser cúmplice de ações terríveis endossadas por alguns deles para manter uma carta poderosa que facilita determinada estratégia. Infelizmente pelo jogo ser fácil em grande parte, tanto a perda de cartas e as penalidades de ter cartas com valores reduzidos não dificulta a sua missão de vencer as batalhas.

Thronebreaker é um jogo de escopo mais simples, mas que é totalmente dublado, o que deixa sua melhor característica mais evidente. Quando os recursos não eram tantos o mundo de Witcher era a arma mais poderosa de seus jogos. O dinheiro e sucesso vieram e contar uma boa história continua sendo o pilar da CD Projekt. Infelizmente o jogo ficou abaixo das expectativas em vendas, fato que talvez faça com que Thronebreaker seja o único de sua espécie, feito pela desenvolvedora, mas espero que seu legado possa ser carregado por jogos com escopo mais simples. Nem toda história precisa ser contada por um Cyberpunk 2077.


Caso queira ler em formato de artigo: https://medium.com/@Rackor_/thronebreaker-prova-que-cartas-tamb%C3%A9m-t%C3%AAm-cora%C3%A7%C3%A3o-e16a5b64350f
Posted 4 January, 2020. Last edited 4 January, 2020.
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