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8.8 hrs on record (4.4 hrs at review time)
⭐ O que surpreende logo de cara

1. Combate corpo a corpo ABSURDAMENTE satisfatório
A primeira coisa que me pegou foi o impacto. Cada espadada, martelada ou machadada parece ter peso de verdade.
É visceral, é caótico e dá aquele sentimento de “eu sou o monstro no corredor”.

2. Coop viciante
Jogar com amigos (ou até com randoms decentes) transforma tudo.
As hordas vêm como onda de tsunami, e quando o grupo sincroniza… mano, parece coreografia de filme medieval dark.

3. Atmosfera pesada e imersiva
O universo Warhammer já é naturalmente sombrio, mas o jogo acerta no clima sujo, opressivo, cheio de Skaven saindo de buraco que você nem viu.
Você realmente sente que está lutando contra um mundo que está desmoronando.

4. Classes muito bem feitas
Cada personagem tem um estilo totalmente diferente.
Comecei jogando agora e já senti que dá pra se apegar fácil a um main — é feeling puro.

❌ O lado não tão perfeito

1. Jogo exige aprendizado
No começo você apanha.
E às vezes apanha sem nem entender por quê. O jogo não te pega muito pela mão.

2. Pode ser repetitivo se você não curte grind
As missões são intensas, mas a estrutura é parecida.
Se você não curte melhorar equipamento, repetir mapas e ficar mais forte, pode enjoar.

3. Matchmaking às vezes é meio morto
Dependendo do horário, você cai com bots ou partidas meio vazias.
Nada grave, mas acontece.

🎯 Veredito de quem acabou de chegar nesse mundo

Warhammer: Vermintide é um hack-and-slash cooperativo insano que eu realmente não sei como não joguei antes.
O combate é tão bom que já vale o download por si só, e quando junta com a atmosfera e o trabalho em equipe… vira um vício.

Se você curte jogos cooperativos intensos, com sensação real de impacto e hordas que fazem você entrar no modo berserker, vale MUITO a pena.
Posted 24 November, 2025.
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17.7 hrs on record
⭐ Pontos fortes

**1. Escala absurda de combate
**BF6 mantém o DNA clássico da série: mapas gigantes, caos por todos os lados, explosões que fazem o jogo parecer um filme de guerra.
Se você curte sentir que está no meio de um campo de batalha vivo, o jogo acerta em cheio.

2. Visual e imersão
A DICE sempre foi referência em som e gráficos, e aqui não seria diferente.
Tiros, veículos e destruição ambiental continuam impecáveis e fazem até partidas “comuns” parecerem épicas.

3. Jogabilidade mais fluida
Movimentação mais leve, trocas de arma rápidas e maior responsividade deixam o jogo mais moderno e dinâmico que alguns títulos anteriores.

4. Veículos continuam sendo um show à parte
Tanques, helicópteros e jatos deixam o jogo com aquele toque estratégico que nenhuma outra franquia de FPS consegue replicar da mesma forma.

❌ Pontos fracos

1. Problemas clássicos de lançamento
BF6 sofre daquele mal tradicional: bugs, instabilidade e ajustes de balanceamento que só vão sendo resolvidos com o tempo.
O jogo “lança”, mas só fica realmente bom meses depois.

2. Identidade meio perdida
Tem hora que tenta ser realista, em outras vira arcade demais. Falta um “meio-termo” consistente.
Parece que a franquia ainda tenta se reencontrar.

3. Conteúdo inicial fraco
Poucos mapas, poucas armas e sensação de que faltou “carne” no começo.
Isso desgasta quem espera um jogo completo no dia um.

4. TTK e gunplay dividem opiniões
Alguns players acham rápido demais, outros lento demais.
O resultado é que ninguém fica 100% satisfeito e ajustes são constantes.

🎯 Veredito

Battlefield 6 é épico na escala, lindo esteticamente e entrega momentos que só a franquia sabe criar.
Mas sofre com uma execução inconsistente, conteúdo inicial limitado e a velha sensação de que a DICE depende de atualizações futuras para lapidar o jogo.

Em resumo:
🔥 Quando funciona, é incrível.
❄️ Quando não funciona, irrita.
Posted 24 November, 2025.
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19.9 hrs on record
Análise: Hero Siege – O Caos Pixelizado que Conquistei com Amigos (e a Nostalgia do Retorno)
Hero Siege é uma daquelas joias indie que pega a fórmula clássica dos ARPGs de hack-and-slash e a injeta com uma dose generosa de caos pixelizado e vício em loot. Não se engane pelos gráficos de pixel art; por baixo da superfície nostálgica, existe um jogo surpreendentemente profundo e brutalmente recompensador. E para mim, ele sempre teve um sabor especial por conta das inúmeras horas jogadas com amigos.

O Caos Pixelizado e a Matança Sem Fim
Desde o primeiro momento, Hero Siege te joga de cabeça em ondas de inimigos que vêm de todas as direções. A jogabilidade é frenética e viciante, com centenas de inimigos explodindo em ouro e itens a cada segundo. É o puro prazer do "power fantasy" – você começa fraco e, em questão de minutos, está dizimando legiões de demônios com habilidades épicas e efeitos visuais chamativos.

A variedade de classes de personagens é um dos grandes atrativos. Cada uma oferece um estilo de jogo completamente diferente, desde o Guerreiro que esmaga tudo de perto, até o Necromante que comanda exércitos de mortos-vivos, ou o Caçador de Demônios que desfere ataques à distância. Isso incentiva a experimentação e a descoberta de novas sinergias entre habilidades e itens. E falando em itens...

Loot, Loot e Mais Loot (Um Vício Bom)
Se você é um caçador de loot, Hero Siege é seu paraíso. O jogo despeja itens lendários, épicos e únicos a cada esquina. A emoção de ver um item raro cair de um chefe ou de um baú é palpável, e a constante busca por uma peça de equipamento melhor te mantém viciado por horas a fio. A personalização de builds é vasta, com árvores de talentos para cada classe, runas para aprimorar habilidades e um sistema de aprimoramento de itens que te permite espremer cada gota de poder dos seus equipamentos.

Os chefes são desafiadores e exigem estratégia, mas a satisfação de derrubar um gigante demoníaco e ver uma chuva de itens caindo é incomparável. As constantes atualizações e temporadas do jogo também garantem que sempre há algo novo para descobrir, seja uma nova classe, um novo item ou um novo desafio.

A Nostalgia de Voltar para Pegar as Conquistas
Para mim, Hero Siege sempre foi sinônimo de diversão com a galera. Lembro de muitas madrugadas viradas, tentando derrotar um chefe impossível ou simplesmente farmando loot para ver quem conseguia o item mais apelão. Recentemente, resolvi voltar para terminar de pegar as conquistas restantes, e a cada sessão, uma onda de nostalgia me atinge. É uma delícia revisitar mapas, reencontrar inimigos e ver o quão longe o jogo evoluiu. A sensação de progresso, mesmo depois de tanto tempo, e a paixão por finalizar tudo o que o jogo tem a oferecer, só me fazem amar ainda mais esse título.

O Diabo nos Detalhes (e na Dificuldade Crescente)
Apesar de sua aparência simples, Hero Siege esconde uma complexidade que se revela conforme você avança. As dificuldades aumentam exponencialmente, exigindo que você otimize sua build, aprenda os padrões dos inimigos e utilize suas habilidades com sabedoria. Morrer faz parte do jogo, mas a cada morte, você aprende e se fortalece, retornando mais poderoso para o próximo massacre.

O jogo também conta com um modo multiplayer cooperativo, que transforma a matança de demônios em uma experiência ainda mais caótica e divertida com amigos. Compartilhar o loot, reviver uns aos outros e enfrentar os chefes mais difíceis em equipe adiciona uma nova camada de estratégia e camaradagem.

Hero Siege é um festival de hack-and-slash que entrega ação implacável, uma montanha de loot e uma profundidade de builds que vai te prender por muitas e muitas horas. Eu recomendo demais, especialmente se você curte um ARPG viciante e tem amigos para compartilhar o caos. A volta para completar as conquistas tem sido uma viagem nostálgica e gratificante.
Posted 13 July, 2025.
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12.6 hrs on record
Early Access Review
Análise: Realm Royale Reforged – Onde o Battle Royale Encontra a Fantasia com Maestria (e Conquistas Dominadas)
Realm Royale Reforged é a prova de que um Battle Royale pode ter um toque de fantasia e um charme único. Ele se destaca por misturar a frenesia de sobreviver até o último homem com elementos de RPG, resultando em um jogo que é ao mesmo tempo familiar e refrescantemente diferente. Para os amantes de conquistas, como você que completou todas elas, este jogo oferece uma jornada gratificante de domínio e estratégia.

A Fantasia Encontra o Caos: Classes e Forja
O que realmente diferencia Realm Royale Reforged da multidão de Battle Royales é seu sistema de classes. Escolher entre um Guerreiro robusto, uma Mago astuto, um Caçador ágil, ou um Assassino furtivo muda fundamentalmente sua abordagem ao combate. Cada classe possui habilidades e talentos únicos que permitem estratégias diversas, seja pulando em combate com um Heroic Leap ou espreitando nas sombras com um Ghost Walk. Essa camada de profundidade estratégica adiciona uma rejogabilidade imensa, incentivando a dominar cada estilo de jogo.

A mecânica de forja é outro toque de genialidade. Em vez de depender puramente da sorte do loot, você pode levar seus itens e frascos de armadura para uma forja, transformando-os em armas lendárias ou armaduras épicas. Isso adiciona uma camada de gerenciamento de recursos e uma emoção extra ao encontrar uma forja segura, sabendo que você pode sair dela com um poder de fogo significativo. E claro, a chance de ser "chickenado" por um oponente e ter que correr para não ser eliminado de vez, só para retornar à luta, é um toque hilário e icônico do jogo.

O Desafio das Conquistas: Uma Jornada Completa
Para um jogador que completou todas as conquistas em Realm Royale Reforged, fica evidente o nível de dedicação e maestria alcançado. Cada conquista representa um desafio superado: desde dominar as habilidades de cada classe, eliminando 50 inimigos como um Assassino ou um Mago, até os feitos mais difíceis como conseguir 10 Coroas Royale (vitórias) ou "chickening" um jogador a mais de 800 pés de distância.

Completar todas as conquistas é um testemunho da sua habilidade em se adaptar a diferentes estilos de jogo, sua persistência em busca da vitória e sua capacidade de executar jogadas perfeitas em momentos de alta pressão. Não é apenas sobre atirar melhor, mas sobre entender a fundo as mecânicas do jogo, o mapa, e como as classes interagem entre si. É a prova final de que você não apenas jogou Realm Royale Reforged, mas o conquistou.

Veredito: Um Battle Royale com Identidade e Profundidade
Realm Royale Reforged consegue se destacar em um gênero saturado, oferecendo uma experiência Battle Royale única e imensamente divertida. Com sua combinação de classes, mecânicas de forja e o charme inconfundível de se transformar em um frango (e voltar à vida!), ele proporciona momentos de pura adrenalina e diversão. Para os jogadores que buscam um desafio que vai além da última pessoa em pé e que se dedicam a dominar cada aspecto, como você que conquistou todas as suas glórias, Realm Royale Reforged oferece uma jornada completa e incrivelmente gratificante.
Posted 13 July, 2025.
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22.2 hrs on record (19.2 hrs at review time)
Análise: DOOM (2016) – O Renascimento Lendário da Destruição Brutal
Chamar DOOM (2016) de "apenas um jogo" seria um sacrilégio. Ele não é apenas um título, é uma declaração de princípios, um grito primal que ecoa a essência do que um FPS raiz deveria ser. Mais do que um reboot, foi um renascimento espetacular que elevou a franquia a novas alturas de brutalidade e excelência. E para quem se dedicou a desvendar cada segredo e dominar cada demônio, platinar este jogo não é um feito, é um atestado de puro domínio.

O Dance Macabre da Destruição
DOOM (2016) resgatou a glória dos shooters antigos e a fundiu com mecânicas modernas de forma impecável. Aqui, não há espaço para se esconder e esperar a vida regenerar. A filosofia de combate é clara: o ataque é a melhor defesa. Para sobreviver, você precisa avançar, aniquilar e dilacerar. A "Dança da Destruição" é o coração do jogo: atire em demônios, use as Glory Kills para recuperar vida e munição de forma visceral e sanguinária, e então repita, cada vez mais rápido e agressivo.

As armas são uma extensão da sua fúria. Da escopeta brutal que desintegra os inimônios de perto, ao lança-foguetes que transforma grupos em pilhas de carne e ossos, cada ferramenta de aniquilação é satisfatória de usar e tem seu propósito. As modificações de armas e os aprimoramentos de armadura incentivam a exploração e a customização, permitindo que você adapte o estilo de combate à sua preferência de pura carnificina.

Uma Sinfonia de Metal e Vísceras
A trilha sonora de Mick Gordon é, por si só, uma obra de arte que merece um lugar no panteão dos videogames. O metal industrial pulsante não é apenas um acompanhamento, é um catalisador para a sua fúria, elevando a adrenalina a níveis estratosféricos a cada combate. É o tipo de som que faz você querer rasgar e rasgar até que não reste nada além de sangue e metal retorcido.

Visualmente, o jogo é um espetáculo de horrores e tecnologia. Os cenários de Marte e do Inferno são ricos em detalhes grotescos, e os modelos dos demônios são tão aterrorizantes quanto suas contrapartes clássicas, mas com uma roupagem moderna e assustadoramente realista. Tudo isso rodando com uma fluidez impecável que te permite mergulhar totalmente no massacre.

Platina: A Prova do Caos Dominado
Conquistar a Platina em DOOM (2016) não é para qualquer um. É uma jornada que exige maestria em cada faceta do jogo: desde a exploração minuciosa para encontrar todos os segredos e colecionáveis, até a habilidade de sobreviver aos desafios mais insanos nas dificuldades mais altas. Cada Troféu, cada Conquista, representa um demônio a mais esmagado, uma arena a mais purificada, e um limite a mais ultrapassado. É a prova definitiva de que você não apenas jogou DOOM, mas se tornou o próprio DOOM Slayer.

DOOM (2016) não se curva a tendências. Ele as destrói. É um jogo que sabe exatamente o que é e faz isso de forma impecável. É uma experiência pura, inabalável e brutalmente divertida que resgata a essência de um clássico e a eleva a um patamar lendário.

Afinal, para o DOOM, só há uma resposta: RIP AND TEAR UNTIL IT IS DONE!
Posted 13 July, 2025.
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11.2 hrs on record
Análise: DEVOUR – O Caos Cooperativo Mais Insano que Você Vai Encontrar
DEVOUR não é para os fracos de coração, nem para quem tem problemas cardíacos. Este jogo de terror cooperativo te joga em cenários assustadores, com o objetivo de realizar um ritual complexo para banir uma entidade demoníaca, tudo isso enquanto tenta não ser arrastado para as profundezas do inferno por demônios sanguinários (literalmente). Prepare-se para gritar, correr e rir nervosamente com seus amigos enquanto o caos se instala.

O Ritual Que Dá Errado (Sempre)
A premissa de DEVOUR é simples, mas a execução é tudo, menos. Em cada mapa, você e até três amigos precisam coletar itens específicos para queimar em caldeirões ou realizar rituais, tudo isso enquanto são caçados por uma criatura demoníaca que fica cada vez mais rápida e agressiva à medida que o ritual avança. O jogo te faz sentir a pressão desde o primeiro segundo: você sabe que algo vai dar muito, muito errado.

Os mapas são meticulosamente projetados para criar uma atmosfera de terror constante. Seja uma fazenda sombria, um asilo abandonado ou uma mansão vitoriana, cada canto esconde um susto em potencial ou um corredor escuro que parece nunca ter fim. A luz da sua lanterna é sua única amiga, e mesmo ela parece falhar nos piores momentos.

Gritos, Risadas e a Dança da Morte
O que torna DEVOUR tão viciante é a interação e o caos cooperativo. A comunicação é crucial, mas a tensão constante e o medo muitas vezes transformam a comunicação em gritos descoordenados e instruções hilariamente inúteis. "Ele está vindo! Não, ele está na sua esquerda! Corre! Peguei o cabrito! Aaargh!" — esse é o som ambiente típico de uma partida de DEVOUR.

A cada item coletado e queimado, a criatura se enfurece mais, adicionando novos perigos e aumentando a dificuldade. Isso cria uma curva de tensão perfeita, onde o jogo começa devagar e se transforma em uma corrida frenética pela sobrevivência nos estágios finais. Ser derrubado significa que um amigo precisa te ressuscitar com uma seringa, uma manobra arriscada que muitas vezes leva a mais de um jogador caído. É essa a dança da morte de DEVOUR: a coordenação desesperada, os salvamentos de última hora e as mortes estúpidas que resultam em gargalhadas nervosas e uma vontade imediata de "só mais uma tentativa".

O Terror que Não Dá Descanso
Os demônios em DEVOUR são implacáveis e aterrorizantes. Seus modelos e as animações de perseguição são incrivelmente eficazes em causar medo. O som de seus passos e seus gritos ecoando pelos corredores são suficientes para fazer você pular da cadeira. A cada rodada, você aprende um pouco mais sobre seus padrões, mas o jogo sempre consegue te surpreender com uma aparição inesperada ou uma perseguição frenética que te deixa sem fôlego.

A sensação de alívio ao completar o ritual e escapar é imensa, mas é rapidamente substituída pela adrenalina de querer começar outra rodada e testar novas estratégias (ou apenas gritar mais). É um jogo que sabe como manter a tensão alta e a diversão ininterrupta.

Veredito: Uma Dose Pura de Pavor e Adrenalina Cooperativa
DEVOUR é um título obrigatório para fãs de terror cooperativo. Sua fórmula viciante de medo constante, gameplay desafiador e momentos hilários (e muitas vezes catastróficos) com amigos o torna uma experiência única. É o tipo de jogo que você vai jogar até altas horas da noite, prometendo "só mais uma", e acabará com histórias épicas de fugas por um triz e sacrifícios altruístas (ou não).
Posted 13 July, 2025.
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25.4 hrs on record (20.7 hrs at review time)
Análise: Dead by Daylight – Onde o Terror Encontra o Pastelão Inesperado
Dead by Daylight é aquele jogo que te promete um pesadelo de arrepiar, com assassinos icônicos e sobreviventes aterrorizados. E sim, ele entrega o terror. Mas, inesperadamente, ele também serve uma boa dose de comédia pastelão, especialmente quando você está jogando com seus amigos. É a adrenalina da perseguição combinada com o riso nervoso de um "quase lá" que torna essa experiência multiplayer tão viciante.

O Gato e o Rato Mais Tenso (e Engraçado) do Pedaço
A premissa é simples e viciante: quatro Sobreviventes tentam ligar cinco geradores para abrir os portões de saída e escapar, enquanto um Assassino implacável tenta caçá-los e sacrificá-los a uma entidade maligna. A tensão é palpável desde o primeiro segundo. O som do batimento cardíaco aumentando quando o Assassino se aproxima, a tela tremendo quando ele te encontra, e o desespero de correr por sua vida enquanto tenta "loopar" o assassino em volta de paletes e janelas – é pura adrenalina.

Mas é nas situações mais desesperadoras que a comédia floresce. Quantas vezes você já viu um amigo tentando desesperadamente salvar alguém do gancho, só para ser pego e os dois acabarem pendurados lado a lado? Ou aquele momento em que você se esconde em um armário, o Assassino te encontra, abre a porta, e você simplesmente... salta para fora e corre, enquanto ele fica ali, parado por um segundo, provavelmente pensando: "Sério isso?" Essas falhas épicas e as vitórias por um triz são o pão e a manteiga da diversão de Dead by Daylight.

Um Show de Horrores (e de Habilidades Questionáveis)
O elenco de Assassinos é um "quem é quem" do terror, de Michael Myers a Freddy Krueger, passando por monstros originais que são igualmente aterrorizantes. Cada um tem suas próprias habilidades e estilos de jogo, o que garante que cada partida seja um desafio diferente. Jogar como Assassino é uma experiência de pura satisfação sádica, enquanto você caça suas presas e desfruta dos seus gritos.

No lado dos Sobreviventes, a variedade de perks (vantagens) permite que você personalize seu estilo de jogo. Quer ser o curandeiro do time? O que corre na frente e distrai o assassino? Ou o mestre da furtividade que nunca é encontrado (até ser, de forma hilária)? A sinergia entre os Sobreviventes é crucial, mas nem sempre acontece, levando a momentos de pura discórdia e caos controlado que são, francamente, muito engraçados de se observar. Ver um Sobrevivente fugir desesperadamente enquanto outro está caído no chão, clamando por ajuda, é um clássico instantâneo.

Veredito: Terror que Vicia, Risadas que Permanecem
Dead by Daylight consegue a proeza de ser genuinamente assustador e incrivelmente divertido ao mesmo tempo. A mistura de terror multiplayer assimétrico com os momentos inesperados de comédia, especialmente ao jogar com amigos, cria uma experiência única e viciante. Você vai gritar de susto, vai gritar de raiva, e vai gritar de tanto rir. É o jogo perfeito para quem gosta de um bom suspense, mas não se importa em transformar o apocalipse em um show de trapalhadas.
Posted 13 July, 2025.
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16.7 hrs on record
Análise: TheHunter: Call of the Wild – A Imersão Definitiva na Natureza Selvagem
TheHunter: Call of the Wild não é apenas um jogo de caça; é uma experiência de simulação que eleva o gênero a um patamar de imersão e realismo sem precedentes. Desde o momento em que você pisa em suas vastas e detalhadas reservas, fica claro que este jogo foi feito para cativar os amantes da natureza e da caça, oferecendo uma aventura que é tão desafiadora quanto recompensadora.

Um Espetáculo Visual Absurdo
O primeiro impacto ao jogar TheHunter: Call of the Wild é, sem dúvida, seus gráficos absolutamente deslumbrantes. A atenção aos detalhes é fenomenal: a folhagem que balança realisticamente com o vento, a luz do sol filtrando-se pelas árvores, a neblina matinal que se dissipa sobre os vales, e as pegadas de animais que se marcam no solo. Cada reserva é um ecossistema vivo e respirante, com paisagens que variam de florestas densas e montanhas rochosas a pântanos e campos abertos. A qualidade visual é tão alta que muitas vezes você se pegará simplesmente admirando a paisagem, esquecendo-se por um momento do seu objetivo de caça. É um verdadeiro deleite para os olhos e uma prova do poder da engine gráfica do jogo.

A Arte da Paciência e da Observação
A jogabilidade de TheHunter: Call of the Wild é uma ode à paciência e à observação. Não espere ação frenética; este é um jogo que recompensa a estratégia e a cautela. Rastrear animais exige que você preste atenção a cada detalhe: pegadas, fezes, chamados e o vento. A simulação de balística é incrivelmente realista, exigindo que você considere a distância, a queda do projétil e até mesmo o tipo de munição para garantir um abate limpo. A emoção de passar horas rastreando uma presa rara e finalmente conseguir o tiro perfeito é uma sensação de triunfo incomparável.

A variedade de animais é impressionante, cada um com seus próprios hábitos, padrões de movimento e comportamentos. Aprender sobre cada espécie é parte da diversão e da estratégia, tornando cada caçada uma experiência única.

Um Universo em Expansão (e a Alegria de Ter Tudo)
A vasta quantidade de conteúdo em TheHunter: Call of the Wild é outro de seus grandes trunfos. Com diversas reservas, cada uma com sua fauna e flora exclusivas, e uma enorme variedade de armas, equipamentos e itens de caça, o jogo oferece centenas de horas de exploração e desafios. O fato de você ter adquirido todas as DLCs é um testemunho da riqueza e do valor que o jogo oferece, expandindo ainda mais as possibilidades e introduzindo novos biomas, animais e equipamentos que enriquecem a experiência de caça de forma significativa. Isso garante que a aventura nunca se torne repetitiva, sempre havendo um novo território para explorar ou uma nova espécie para rastrear.

Veredito: Uma Obra-Prima da Simulação de Caça
TheHunter: Call of the Wild é uma obra-prima para os entusiastas da caça e da natureza. Sua combinação de gráficos absurdamente realistas, jogabilidade profunda e recompensadora, e um vasto universo em constante expansão (especialmente com todas as DLCs) o torna uma experiência verdadeiramente imersiva e inesquecível. É um jogo que te convida a desacelerar, observar e se conectar com a natureza de uma forma que poucos outros títulos conseguem.
Posted 13 July, 2025.
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5.8 hrs on record
Análise: Path of Exile – A Odisseia Roguelike Definitiva (e Infinita)
Path of Exile não é apenas um RPG de ação; é um estilo de vida, um buraco negro de tempo, e um labirinto diabólico de possibilidades. Se você se aventura por suas terras sombrias pela primeira vez, logo perceberá que este é um jogo que exige dedicação, mas recompensa com uma profundidade e uma liberdade de personalização raramente vistas em outros títulos. Prepare-se para uma jornada que, francamente, nunca termina.

Um Mar de Possibilidades (e de Builds)
O que torna Path of Exile verdadeiramente único é seu sistema de habilidades passivas gigante e as inúmeras gemas de habilidades. À primeira vista, a árvore passiva parece um mapa estelar complexo, com caminhos que se estendem infinitamente em todas as direções. Isso pode ser assustador, sim, mas é também onde reside a magia. Você pode moldar seu personagem de maneiras que desafiam a imaginação – um guerreiro que conjura esqueletos, um arqueiro que incinera inimigos com bolas de fogo, ou um necromante que vira um tanque imparável. A liberdade de criar e experimentar builds é quase ilimitada, e é essa profundidade que mantém os jogadores engajados por centenas, senão milhares, de horas.

Cada nova gema de habilidade encontrada ou comprada abre novas portas para a experimentação. As gemas de suporte, que modificam suas habilidades principais, permitem combinações tão criativas que você se sentirá um cientista maluco otimizando seu projeto de destruição. O combate é responsivo e satisfatório, com hordas de inimigos explodindo em glória de loot.

A Jornada Sem Fim (Literalmente)
Aqui chegamos ao ponto que divide os jogadores: a extensão e a complexidade de Path of Exile. Este não é um jogo que você termina em um fim de semana. A campanha principal, por si só, é uma jornada considerável, mas é apenas a ponta do iceberg. O verdadeiro "jogo" começa no endgame, com o sistema de mapas (Atlas), onde você explora dimensões alternativas, enfrenta chefes poderosos e mergulha em mecânicas cada vez mais complexas introduzidas a cada três meses com as novas ligas.

A cada nova liga, o jogo se reinventa, adicionando novas mecânicas, itens e desafios. Isso garante uma constante sensação de novidade, mas também significa que há uma curva de aprendizado íngreme e contínua. Você estará sempre aprendendo algo novo, seja uma nova estratégia para farmar itens, uma nova combinação de habilidades ou como lidar com a última mecânica de liga. Para quem busca uma experiência que evolui e oferece sempre algo novo, isso é um paraíso. Para quem tem menos tempo ou prefere uma experiência mais direta, pode ser um pouco avassalador e demorado demais para acompanhar.

Veredito: Uma Imersão Profunda Para os Dedicados
Path of Exile é um gigante no gênero ARPG, oferecendo uma profundidade incomparável e um modelo de negócios genuinamente justo (free-to-play sem pay-to-win). Sua complexidade e a duração da jornada podem ser barreiras iniciais, e você precisará dedicar tempo para realmente entender e dominar suas nuances. Mas para aqueles que estão dispostos a mergulhar de cabeça, Path of Exile oferece uma experiência incrivelmente gratificante, viciante e, sim, virtualmente infinita, onde a cada sessão você sente que está evoluindo e descobrindo algo novo.

É um jogo que exige muito de você, mas que te entrega em troca uma liberdade criativa e uma sensação de maestria que poucos outros títulos conseguem igualar.
Posted 13 July, 2025.
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2.3 hrs on record
Análise: Curse of the Dead Gods – Morrer é (Quase) Divertido
Curse of the Dead Gods é aquele tipo de jogo que te abraça com uma mão enquanto te esbofeteia com a outra. É um roguelike de ação isométrico que te joga em templos amaldiçoados, repletos de armadilhas mortais e criaturas grotescas. E se você acha que vai sair dessa ileso, bom, você está mais amaldiçoado do que os próprios deuses mortos.

O Loop da Morte Divertida (ou Nem Tanto)
A premissa é simples: entre no templo, mate tudo que se mexe, colete ouro e relíquias, e tente não morrer. A parte do "tente não morrer" é onde a piada entra. Você vai morrer. Muito. E em Curse of the Dead Gods, a morte não é o fim, é o começo de uma nova piada (geralmente às suas custas). Cada corrida é uma tentativa de ir um pouco mais longe, aprender um novo padrão de ataque dos inimigos, ou descobrir que tipo de relíquia estranha combina com seu estilo de jogo.

A variedade de armas é um ponto forte – machados, arcos, chicotes, pistolas, espadas de uma mão e duas mãos. É como um buffet de maneiras de mandar seus inimigos para o limbo. E a forma como você gerencia sua stamina e as "maldições" é o tempero que torna cada combate uma dança perigosa. Desviar na hora certa, desferir golpes críticos, e usar o ambiente a seu favor (tipo empurrar um inimigo para uma estaca gigante) é incrivelmente satisfatório. Até você levar um hit de um morcego aleatório e cair numa armadilha de espinhos. Aí a satisfação se transforma em um "Ah, qual é, sério?!"

A Luz no Fim do Túnel (Ou a Armadilha no Final do Corredor Escuro)
O jogo te recompensa por ser agressivo e habilidoso. Quanto mais você luta sem ser atingido, mais ouro e multiplicadores de dano você acumula. Isso te encoraja a jogar de forma mais ousada, o que geralmente resulta em você sendo mais ousado e morrendo mais rápido. É um ciclo viciante de auto-sabotagem e pequenos triunfos.

E as maldições, ah, as maldições! Cada maldição que você pega (e você vai pegar muitas) adiciona uma nova condição irritante ou engraçada. Às vezes, seus ataques causam dano a você mesmo, às vezes, os inimigos explodem ao morrer, ou talvez você simplesmente não consiga mais ver o mapa. É como se o jogo estivesse rindo de você junto com os deuses mortos. E o pior é que, às vezes, uma maldição inesperada pode até te ajudar! É a aleatoriedade caótica que dá o charme ao jogo.

Veredito: Dor Deliciosa e Risadas Amargas
Curse of the Dead Gods é um daqueles jogos que você ama odiar. Ele é desafiador, implacável e, por vezes, frustrante, mas a cada derrota, você sente aquela coceira de "só mais uma tentativa". A atmosfera sombria, a trilha sonora envolvente e a jogabilidade responsiva fazem com que cada morte seja uma lição (ou uma oportunidade para xingar um pouco).

Se você gosta de jogos que te punem por cada erro, mas te recompensam com a satisfação de superar obstáculos impossíveis, então Curse of the Dead Gods é para você. Apenas esteja preparado para dar algumas risadas amargas enquanto vê seu personagem morrer de formas cada vez mais criativas. E lembre-se: morrer faz parte da diversão... ou pelo menos é isso que os deuses mortos querem que você pense.

Então, pronto para testar sua paciência (e seu senso de humor) contra os deuses mortos?
Posted 13 July, 2025.
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