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2.3 óra a nyilvántartásban
Fala pessoal, hoje aqui no site Meta Galáxia e também no nosso canal do YouTube, vamos trazer a Análise de Necronator: Dead Wrong.

Necronator é um jogo de estratégia em tempo real baseado em decks de cartas, com alguns elementos que lembram o estilo Tower Defense. O game é desenvolvido pela Toge Productions e leva o selo da Modern Wolf, publisher focada em jogos de estratégia.


O game indie é muuuito divertido, e muito dessa diversão se deve a localização que foi feita para ele. Para quem não sabe, localização é uma tradução do game, mas pensando no contexto social e cultural para qual ele será traduzido, o local, por isso localização. Aliás, esse excelente trabalho foi feito pela equipe da Masamune, que está de parabéns.

Claro, a mecânica do jogo e os gráficos ajudam a tornar o jogo muito agradável também, e vou falar desses pontos abaixo.


GRÁFICOS E ÁUDIO

Os gráficos do jogo são muito bonitos, sendo que a interface fora da partida é um design cartunesco mais cômico e a partida entra num 2D e pixelart.

O pixelart dos cenários e personagens são bem trabalhados. Além disso, as cores são vivas e os cenários são incríveis. O ponto de destaque eu dou para os feitiços e também para os Bosses, que são o ponto alto do game.

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Todos os personagens são bastante carismáticos e com um character design cômico e interessante. Aliás, é tudo bastante colorido e parece ter bebido muito de fontes como Coragem o Cão Covarde e criações de Tim Burton, como Jack Skellington e CIA.

O áudio acompanha essa qualidade gráfica que mencionei. Gostei bastante da música e dos efeitos que criaram para as magias e invocações.


JOGABILIDADE E MECÂNICA

Eu diria que a jogabilidade de Necronator: Dead Wrong é muito boa, mas precisa melhorar em alguns aspectos. Toda a mecânica é muito fácil, formar seu deck, jogar as cartas e também entender o que cada carta faz. Além disso, evoluir no mapa da partida é relativamente simples, você percebe rápido também que fortalecer cartas com menor custo é a melhor estratégia de início.

Porém alguns problemas foram identificados, e isso pode ocorrer porque eu joguei no PC via Steam.

O primeiro problema que me incomodou bastante é a dificuldade de girar o mapa do game com o botão direito do mouse. Se vocês verificarem no gameplay que postei no nosso canal, da para ver que as vezes essa “girada” falha.


Agora o segundo ponto que me incomodou, mas em menor nível, é que as vezes as cartas não saem direito da sua mão, mas pode ter sido novamente minha versão da Steam.

A pegada de estratégia com cartas e Tower Defense ficou muito boa, parabéns time da Toge Productions.

Fora isso, é tudo muito claro e intuitivo. Só não morra, porque sua campanha vai zerar, isso achei chato.



CONCLUSÃO – ANÁLISE DE NECRONATOR: DEAD WRONG

E essa foi nossa Análise de Necronator: Dead Wrong, que é um game super divertido, muito engraçado (graças também a localização do time da Masamune). Se você procura um jogo leve, divertido, rápido, com bastante estratégia, engraçado e MUITO bonito, é esse aqui. Aliás, é deck de cards e Tower Defense na veia.

O game está em torno de R$37,90 na Steam, vale muito a pena.

Ah, não deixe de conferir a gameplay no nosso canal do YouTube.
Közzétéve: 2020. december 4.
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13.5 óra a nyilvántartásban
Death’s Gambit era um jogo que eu aguardava muito. Ele saiu para PC 14 de agosto de 2018 e posteriormente para PS4.

Desenvolvido pela White Rabbit e distribuído pela Adult Swim Games , Deaths’s Gambit segue uma linha Dark Souls (Demon Souls) só que em 2D, um legítimo Souls-like. Movimentação de acordo com as características dos personagens, inimigos de vários tamanhos e que exigem cautela mas principalmente o universo sombrio é o que fazem desse jogo 2D uma grande pedida para fãs de indie games bem produzidos.


ENREDO DO JOGO

A história do jogo gira em torno de Sorun, um guerreiro que conduziu seu exército para o mítico reino de Siradon, um lugar em que possivelmente existe a fonte para a imortalidade. Mas, Sorun não tinha somente esse objetivo de conquistar a imortalidade, ele buscava por uma pessoa que há muito tempo não vê.

Porém, logo no início de sua jornada, seu exército é derrotado pelos imortais e ele vê sua empreitada ser aniquilada. Eis que a Morte aparece e lhe faz uma proposta básica: ou ele ressuscita e ajuda a Morte a destruir todos os imortais ou ele simplesmente fica morto.

Obviamente, para continuarmos com o jogo, Sorun escolhe servir à Morte adentrando em Siradon, um mundo desconhecido, sombrio e cheio de perigos.



JOGABILIDADE
A jogabilidade de Death’s Gambit é muito fluída, fácil de entender e de se adaptar, mas não se iluda pois isso não torna o jogo fácil. Morrer aqui não é um problema tão grande quanto na obra que o inspirou.

Por ser um Souls-like 2D, você vai ter um personagem com uma limitação de acordo com sua classe. Exemplo, se você usa machado, seus golpes, velocidade, técnicas de defesa serão de acordo com esse personagem. Você vai precisar se defender muito, esquivar muito, e FUGIR MUITO quando necessário.

Não é só nesse sentido que ele lembra a série Souls, mas como você evolui seu personagem, adquire itens e equipamentos e como salva o jogo também. Além disso, o mapa é aberto e você pode viajar entre as áreas que você vai abrindo através das estátuas da querida Morte.

O universo desse game é sombrio, um mundo lindo, grande e ao mesmo tempo devastado por criaturas de todos os tipos, grandes, pequenas, rápidas, lentas e algumas incrivelmente poderosas.

Talvez os chefões sejam o segundo ponto alto desse lindo game. Eles existem de várias formas, desde o mais gigante e lento, aos do tamanho de uma pessoa extremamente rápidos e poderosos. Existem várias linhas criativas que eles seguiram nos chefões, alguns me lembram Shadow of the Colossus, outros muito Dark Souls.

O jogo claro tem seus problemas, e na minha humilde opinião o principal deles é a limitação na evolução do personagem bem como a falta de uma gama maior de armas.


GRÁFICOS E TRILA SONORA
Definitivamente o ponto alto de Death’s Gambit são os gráficos. Ele é realmente lindo, bem trabalho e o design dos cenários são incríveis.

Eu diria que não somente os cenários, mas os personagens e os chefões também são de encher os olhos. É nessa hora que a gente nota a dedicação do time de arte e design.

A trilha sonora não fica atrás, mas com o tempo fica um pouco repetitivo.


CONCLUSÃO
Muitos aguardaram esse indie com uma ansiedade que foi recompensada por um game lindo e muito gostoso de se perder horas jogando. É um game excelente que cumpre muito bem o que propôs, com uma arte incrível, uma jogabilidade gostosa de se ter em mãos, Death’s Gambit é quase indispensável para quem é fã de Indies e da série Souls.
Közzétéve: 2020. július 2.
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26.6 óra a nyilvántartásban
Eu já estava de olho nesse belo game 1 ano antes do lançamento dele e confesso que estava bem ansioso. Pelo trailer já dava pra sacar que o game era promissor, belos gráficos 2D com uma pixel-art maravilhosa e a jogabilidade ao estilo roguelike/rpg.

O game chama atenção logo de cara com a animação em pixel-art e principalmente a história, e é esse justamente o primeiro grande ponto positivo do jogo, a história da família Bergson.

Logo de início você vai se pegar envolvido com a história dessa família Bergson. Cada um nela tem sua função, tanto em classe de combate quanto nos dilemas “reais” de uma família.

É interessante uma coisa que envolve a família, os personagens e a mecânica do jogo: ao evoluir cada personagem ele desbloqueia habilidades e novas funções para toda a família, ou seja, todos os chars são beneficiados. Isso faz com que você queira desenvolver todos, o que é uma tarefa bem gratificante.

Várias histórias e side-quests são adicionadas ao longo do jogo. Aliás, dentro das dungeons também temos side quests e elas ajudam bastante com exp. Entre as partidas, sempre tem alguma novidade de algum membro da família, é bem legal.

O seu inimigo será a Corrupção, um mal que retornou ao mundo e cabe a família de guardiões Bergson trazer a paz novamente para as terras de Morta.


Jogabilidade

O estilo de Children of Morta é o RPG Roguelike e a jogabilidade dele é muito boa. Claro, você vai dar uma gastada no mouse, mas é normal para o estilo.

As esquivas são bastante necessárias no game, pois as poções para recuperar vida são encontradas no chão, você não possui um inventário. Aliás, você vai perceber que evitar dano é bem importante nesse jogo. Além disso, as Blesses são bem interessantes também.

As Blesses que você conquista durante a dungeon também vai fazer toda a diferença ao chegar no final dela, para enfrentar o Boss. Que aliás, estão muito bem feitos.

No geral a dificuldade é mediana, pois o começo de cada dungeon é difícil, mas é relativamente fácil você se adaptar a ela e encontrar o melhor char para conquistá-la.


GRÁFICOS E TRILHA SONORA

OS GRÁFICOS SÃO INCRÍVEIS. É legal ver como os jogos indies estão evoluindo, mas Children of Morta elevou o patamar. Os gráficos 2D são muito detalhados, você consegue ver expressões faciais em personagens minúsculos.

Os cenários são muito bem trabalhados a um nível de detalhe muito acima da média, que deixaria games de grandes desenvolvedoras no chinelo.

A trilha sonora e os sons do game também acompanham essa qualidade.


CONCLUSÃO
Children of Morta é um roguelike de respeito. Tem uma ótima história e narrativa, tem belos gráficos de prender os olhos na tela e uma jogabilidade fluída. Aliás, vale muito a pena investir nesse game na Steam, Nintendo Switch, PS4 ou Xbox (Está free na Game Pass).


Desenvolvido pelo estúdio Dead Mage e distribuido pela 11 Bit Studios, esse game foi jogado e analisado em uma cópia para PC adiquirida via Steam pelo site Meta Galáxia, onde você pode conferir a análise completa.
Közzétéve: 2020. július 2.
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